Para o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, projetar e construir centros de distribuição com alta eficiência logística é um dos maiores desafios da engenharia moderna, dado o crescimento exponencial do comércio eletrônico e a necessidade de entregas ultrarrápidas.
A inteligência de um armazém começa no piso e termina na cobertura, exigindo soluções que suportem fluxos intensos de carga e descarga. Mas como a escolha do local e o método construtivo impactam diretamente no custo operacional do ocupante? Continue a leitura para entender como transformar um galpão em um centro logístico de alto rendimento.
Como a fundação adequada impacta a eficiência de um centro logístico?
A fundação e o piso industrial são o coração de qualquer centro logístico, devendo apresentar planicidade e nivelamento rigorosos para a operação de empilhadeiras de alta torre. De acordo com o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o uso de fibras de aço e polímeros no concreto minimiza a ocorrência de juntas e fissuras, permitindo que as máquinas operem em velocidade máxima com total segurança.
Um piso mal executado não apenas reduz a produtividade, mas aumenta drasticamente o custo de manutenção dos equipamentos de movimentação. A engenharia de precisão garante que a laje suporte pressões de até seis toneladas por metro quadrado, atendendo às exigências das maiores redes de varejo do mundo. A altura livre, ou pé-direito, é o fator que define a capacidade volumétrica de estocagem e a viabilidade econômica do empreendimento.
Quais são os pilares para projetar centros de distribuição com eficiência?
A fluidez do pátio de manobras e a quantidade de docas são elementos que determinam se o centro de distribuição será um gargalo ou um facilitador logístico. Como alude o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o dimensionamento das áreas externas deve considerar o raio de giro de carretas longas e a separação clara entre fluxos de veículos leves e pesados.

O uso de niveladores de doca automáticos e abrigos de vedação garante que a transferência de carga ocorra de forma rápida e protegida das intempéries. A eficiência é medida pela velocidade com que um veículo entra, descarrega e libera a vaga para o próximo, maximizando o giro de mercadorias por hora. Além da infraestrutura física, a conectividade e a preparação para a automação são requisitos inegociáveis nos projetos contemporâneos.
Por que a localização e o método construtivo definem a rentabilidade?
A escolha estratégica do terreno, próxima a grandes eixos rodoviários ou centros urbanos (last mile), é o que define o sucesso comercial do ativo logístico. Conforme destaca Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o uso de estruturas pré-fabricadas de concreto ou sistemas metálicos acelera a entrega da obra, permitindo que o investidor comece a faturar com o aluguel em tempo recorde.
O Fast Construction é a norma neste setor, em que galpões de 50 mil metros quadrados são erguidos em poucos meses graças à padronização de componentes. A agilidade na execução, aliada a um projeto sustentável, garante um menor custo de ciclo de vida e uma maior valorização patrimonial.
O futuro da infraestrutura logística
A construção de centros logísticos de alto padrão é uma das vertentes mais dinâmicas e promissoras da engenharia nacional hoje. Como resume o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o armazém do futuro é uma fusão entre tecnologia de ponta e solidez construtiva. Ao entregarmos espaços inteligentes e bem localizados, estamos pavimentando o caminho para um mercado de consumo mais forte e integrado.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
